02.06.2010
ALIMENTOS FUNCIONAIS
Alimentos funcionais, também conhecidos como nutracêuticos são aqueles alimentos que contêm substâncias ou nutrientes que trazem beneficio à saúde.
Alimentos funcionais, também conhecidos como nutracêuticos são aqueles alimentos que contêm substâncias ou nutrientes que trazem beneficio à saúde, seja como prevenção ou tratamento de doenças. Isso ocorre porque em sua composição são encontradas substâncias capazes de atuar como moduladores dos processos metabólicos, prevenindo o surgimento precoce de doenças degenerativas.
Veja alguns exemplos de alimentos funcionais:
Tomate: possui uma substância chamada Licopeno, responsável pela cor vermelha do tomate e precursor da vitamina A. Estudos mostram relação entre o licopeno e baixa incidência de câncer de próstata
Brócolis: O brócolis é rico em algumas substâncias químicas que atuam como antioxidantes na prevenção de diversos tipos de câncer, especialmente o câncer de bexiga.
Mamão: Possui betacaroteno e fibras solúveis, auxiliando no combate aos radicais livres e na redução dos níveis de colesterol.
Semente de linhaça: dentre os compostos encontrados na linhaça destacam-se o ácido graxo α-linolênico e a lignina, que atua de forma semelhante aos isoflavonóides (isoflavonas). Estudos experimentais mostraram que a dieta rica em linhaça foi importante na redução das lesões nas artérias provocadas pelo acúmulo de gordura
Acerola: Riquíssima em vitamina C, tem ação antioxidante impedindo a formação de radicais livres, fortalece o sistema imunológico juntamente com outras vitaminas, auxilia na formação de colágeno.
Soja: tem proteína de alta qualidade, ácido fólico e isoflavonas. Estudos mostraram que as isoflavonas da soja estão relacionados com a atenuação dos sintomas da menopausa, prevenção de fraturas e especialmente redução dos níveis de LDL (colesterol ruim) e aumento de HDL (bom colesterol).
Azeite: tem gordura do tipo monoinsturada com efeito sobre a diminuição do LDL (o colesterol ruim) e aumento do HDLc (o bom colesterol)
Portanto, está cada vez mais claro que existe uma relação entre os alimentos que consumimos e nossa saúde.
Escrito por: Adriana M. Nunes - Nutricionista - CRN 16050 |
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08.04.2010
Açúcar: o vilão da história
O açúcar em suas várias formas é o grande causador da obesidade e algumas doenças.
Fazendo uma pesquisa entre pessoas obesas, chegamos finalmente à conclusão de que o açúcar de mesa (sacarose) e tudo o que se faz com ele(doces, bolos, pães, refrigerantes, etc.) estão sempre presentes na dieta do dia-a-dia dessas pessoas.
Devido a isso, cada vez mais países como os EUA adotam medidas para diminuir o consumo de açúcares e seus agregados, como é o caso dos refrigerantes, altamente consumido pelos americanos e causando com isso várias doenças.
Existem suspeitas científicas que o açúcar possa causar além de moléstias degenerativas, ataques cardíacos, derrames, diabetes e outros, podendo causar também algumas doenças graves como o câncer.
Nós brasileiros ainda temos um péssimo hábito de comer tudo doce, desde a infância.
Quando um adulto se acostuma a comer tudo doce, fica difícil apreciar a doçura suave de uma fruta ou de um legume, um grande erro.
A American Heart Association recentemente divulgou limites para o consumo de calorias de açúcar. Para mulheres menos que 100 calorias de açúcar por dia (6 colheres de chá) e para homens o limite é de 150 calorias de açúcar por dia (10 colheres de chá).
Vale lembrar que em uma lata de refrigerante temos em média 10 colheres de açúcar, ou seja, 150 calorias.
Segundo estudos, o consumo de refrigerante e conseqüentemente o de açúcar, cresce muito a cada dia e a indústria de refrigerantes a cada dia fatura mais e assim ganhamos mais pessoas obesas e mais pessoas doentes.
Países ricos como Inglaterra, França e alguns estados dos EUA já estão proibindo as propagandas de refrigerantes na televisão e proibindo vendas de refrigerantes nas escolas e proximidades (parece a história do tabaco).
Do ponto de vista do funcionamento de nosso organismo, não é necessário ingerirmos açúcar (sacarose) que se adicionam nos alimentos e bebidas como bolos, balas, doces, chocolates e etc.
Embora o carboidrato seja necessário para nossa sobrevivência e 90% das células do cérebro o utilizar como energia, nós podemos dar preferência ao carboidrato “bom”, que são os de cadeia ramificada, encontrados no arroz, batata, pães integrais e etc. e evitando aqueles carboidratos “ruins” que só engordam, como é o caso do nosso vilão de mesa (sacarose) e tudo o que é feito com ele.
A estatística mostra que os EUA são os campeões em pessoas acima do peso com 34,3% das pessoas acima de 20 anos e o Brasil com 12,7% das mulheres e 8,8% dos homens.
Por isso devemos começar a combater o açúcar refinado e tudo o que é feito com ele, assim como nós combatemos o tabaco, sem exageros, pois não necessitamos de tanto açúcar assim e viveremos melhores sem ele.
É possível comer um chocolate, fazer um bolo, uma sobremesa deliciosa com adoçante de forno e fogão, adoçar nosso suco, nosso café, com alguns tipos de adoçante e ter uma vida mais saudável e com menos calorias.
Como o açúcar está em toda parte na vida de todos nós, acredito que a mudança de habito deva ser de forma lenta, reeducando as crianças e adultos, para que possamos ter uma vida mais saudável sem o açúcar que é o vilão da história.
Escrito por: Dr. José Carlos S. Gaiane |
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22.09.2009
Não é o exercício que engorda, mas aquilo que você faz depois dele.
Levante a cabeça, corra atrás do seu bem-estar e lembre-se que não é o exercício que engorda, mas aquilo que você faz depois dele.
A maioria das pessoas que decidem fazer exercício tem como objetivos tonificar o corpo, melhorar a saúde e, por que não, emagrecer alguns quilinhos. Para isso, começam uma série de atividades físicas e mostram-se determinadas a correr, literalmente, atrás do prejuízo. O problema começa a aparecer quando, ansiosos, sobem na balança e descobrem que os quilos ainda estão lá. E pior: acabaram engordando ao invés de emagrecer.
Se você ficou surpreso saiba que isso é mais comum do que imaginamos. A matéria Tanto esforço por nada?, publicada na revista ISTOÉ, por Cilene Pereira e Mônica Tarantino, mostra com detalhes porque isto acontece e como não cair nessa armadilha.
De acordo com a matéria, que entrevistou especialistas no Brasil e fora do país, a explicação é simples: as pessoas que se exercitam acabam ingerindo mais calorias do que gastaram. O resultado você já pode imaginar, os tais quilinhos que deveriam ir embora acabam ficando.
Além disso, cientistas avaliam a influência dos mecanismos compensatórios. Eles existem quando os praticantes ajustam a quantidade de comida ingerida à energia gasta no exercício. Em outras palavras, as pessoas acabam malhando e correndo para a recompensa calórica.
A matéria dá dicas importantes para que seu compromisso com o exercício e a balança não seja em vão. Algumas delas já foram até comentadas aqui no nosso blog, como consultar sempre um nutricionista e fazer uma avaliação da composição corporal, ponto inicial para a criação de um programa de treinamento eficiente.
Se você já passou – ou passa - por isso, não é o momento de desanimar. Levante a cabeça, corra atrás do seu bem-estar e lembre-se que não é o exercício que engorda, mas aquilo que você faz depois dele.
Escrito por: Felipe Borges |
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23.08.2009
Batendo Nossos Recordes
re.cor.de
sm: proeza inaudita, ponto máximo, conseguir mais do que o já alcançado, ir além do que se esperava.
Você já deve ter ouvido falar de Usain Bolt. O jamaicano que carrega o nome mais famoso destas últimas semanas fez o que poucos acreditavam: bateu o recorde mundial dos 100m e dos 200m, no Campeonato Mundial de Atletismo.
Como se isso já não fosse suficiente, tente adivinhar de quem era o recorde anterior? Sim. Dele mesmo.
Usando o exemplo de Usain Bolt, vamos pensar agora em nossa saúde. Muitas pessoas, quando decidem fazer regime, correm atrás de fórmulas milagrosas (e muitas vezes, irresponsáveis). Querem resultados pra ontem. Querem bater os próprios recordes.
Claro. Sabemos que é possível perceber resultados nos primeiros dias. No entanto, nada disso acontece sem programas de reeducação alimentar e de exercícios bem definidos, que correspondam às condições de saúde do praticante.
Usain precisou de apenas 9 segundos e 58 centésimos para entrar na história. Mas, na verdade, a vitória só foi possível devido ao treinamento disciplinado e coerente que realiza há muitos anos. Imagine se Usain tentasse superar este recorde sem nunca ter corrido?
Todos nós podemos, sim, superar nossos limites. Mas para que isso seja possível, precisamos encarar os desafios com seriedade, entendendo que o esforço de cada atividade física ou a caloria que aprendemos a controlar fazem parte de cada vitória.
Do contrário, corremos, corremos, corremos... e acabamos desistindo antes de cruzarmos a linha final.
Antes de batermos nossos próprios recordes.
Escrito por: Felipe Borges |
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17.08.2009
O Tempo Passa
Começar a realizar os seus sonhos hoje não fará com que o relógio pare. Mas fará com que o tempo não passe despercebido.
Quando olhamos nossos filhos crescerem de forma acelerada, quando percebemos que o espelho mostra mais do que nossos olhos conheciam ou quando nos arrependemos daquilo que deixamos de fazer.
O tempo passa.
Quando deixamos para amanhã o que podemos fazer hoje, quando não ligamos para aquele amigo de longa data ou quando esquecemos que “por favor” o “bom dia” fazem a diferença para quem fala e quem ouve.
O tempo passa.
Quando trocamos o sorriso pelas lágrimas, quando damos abraços pela metade ou quando achamos que somos mais importantes do que aqueles que encontramos na vida.
O tempo passa.
Quando olhamos para o futuro de olho no passado, quando prometemos cuidar da saúde no “ano que vem” ou quando reclamamos que nossas roupas não caem tão bem como antes.
O tempo passa.
Quando não pedimos desculpas e nos sentimos culpados, quando deixamos para segunda-feira uma necessidade que temos hoje ou quando reclamamos que ele, o tempo, passa rápido demais.
Sim, o tempo passa.
Começar a realizar os seus sonhos hoje não fará com que o relógio pare.
Mas fará com que o tempo não passe despercebido.
Escrito por: Felipe Borges |
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28.07.2009
Infância Indigesta
- Chocolate?
- Quero.
- Refrigerante?
- Quero.
- Pizza?
- Quero.
- Salada?
- O que é isso, mamãe?
Cada vez mais os pais encaram um desafio de peso: evitar que seus filhos se percam no que comem e se tornem crianças pouco saudáveis. E se estes pais se preocupam tanto é porque conhecem e temem os malefícios da obesidade infantil, uma infeliz condição que engorda a cada dia.
De acordo com o relatório da Trust for America´s Health e da Robert Wood Johnson Foundation, as taxas de obesidade infantil aumentaram em quase metade dos estados americanos. E pior: o mesmo estudo mostrou que esta taxa triplicou desde 1980.
A dobradinha “pouco exercício, muita caloria” sempre dominou as causas do aumento de peso em crianças. Agora os cientistas passaram a considerar fatores ambientais como agravantes desta condição. Um exemplo: comece a contar quantos fast foods surgiram em seu bairro nos últimos 10 anos. Enquanto perdemos a conta, nossos filhos se perdem nas calorias.
Outro exemplo que favorece este tipo de argumento foi publicado no Journal of Law & Economics - e citado em uma matéria da Folha de São Paulo. De acordo com a pesquisa, caso os anúncios de fast food fossem banidos, o número de crianças de 3 a 11 anos acima do peso seria reduzido em 18%. No caso dos adolescentes, com idades entre 12 e 18, a redução seria de 14%.
O fato é: mais importante do que discutir as descobertas sobre a obesidade infantil é colocar em prática as boas conclusões que surgem. Seja conversando com um especialista, visitando a cantina da escola do seu filho, entendendo o que influencia seu comportamento alimentar e mostrando interesse em ajudar sempre que necessário.
Isso é pelo bem das nossas crianças. Pelo bem das suas infâncias.
Escrito por: Felipe Borges |
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05.07.2009
Bodas de Vida
Você sabia que estudos mostram que o casamento engorda?
Todos nós já reforçamos os exercícios ou começamos uma dieta para conquistar algum amor especial. Passamos a cuidar da saúde porque sabemos que nosso bem-estar esbanja confiança. Assumimos o controle da alimentação porque queremos que nossas roupas caiam bem. Até nos olhamos mais no espelho para verificarmos se nosso progresso é real. Claro, aquele namoradinho ou namoradinha merece.
Partimos então para um “oi” tímido. Conversamos sobre nossas afinidades e rimos das nossas diferenças. Criamos coragem para confessar nosso sentimento e repetir milhares de primeiros beijos. Gritamos “eu te amo” em algum restaurante lotado. Quando menos percebemos estamos marcando o casamento. Trocando alianças. Vivendo juntos.
E, ironicamente, engordando.
De acordo com uma matéria publicada pelo Portal G1, em abril deste ano, o casamento engorda. Foram feitas pesquisas na Inglaterra, nos EUA e no Brasil (sim, estamos nessa também).
A pesquisa inglesa mostrou que isso acontece porque os casais querem agradar um ao outro com comidas gostosas (nesse caso, calóricas também). No Brasil, em pesquisa com mais de 3,5 mil pessoas, comprovou-se que 91% dos casais entrevistados engordaram depois do casamento.
Penny Gordon-Larsen, professor de nutrição da Universidade da Carolina do Norte, descobriu que casados (ou casais que moram juntos) engordam porque mudam seus comportamentos. Estas pessoas passam a comer juntas, cozinhar refeições mais fartas e comer fora com mais frequência do que quando eram solteiras.
Mas nem adianta culpar o marido ou a esposa, hein? O compromisso com a saúde não deve ficar restrito somente a como queremos ser percebidos pelos outros, mas também aos benefícios desta mudança para nós mesmos.
Conversem com um especialista, definam exercícios físicos que possam ser feitos juntos, ajudem um ao outro a escolher e cozinhar alimentos saudáveis (isso pode ser bem divertido!) e dediquem mais tempo para essa nova conquista.
Assim como vocês, saúde e casamento foram feitos um para o outro.
Só é preciso dizer “sim”.
Escrito por: Felipe Borges |
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24.06.2009
Exercício no Frio?
Você sabia que fazer exercício no frio pode ser uma ótima alternativa para perder peso?
Sabe quando a coberta pesa, mas não esquenta?
Sabe quando a roupa fica gelada no corpo?
Sabe quando a cama parece o melhor lugar do mundo?
Sabe quando o alarme toca, mas ninguém desliga?
Pois é. Você está no inverno.
Nesta época do ano é comum mudarmos nossos hábitos, mas isso nem sempre acontece em benefício da nossa saúde. A cama se torna um lugar quentinho e confortável, o que nos faz pensar duas vezes antes de colocar a roupa de ginástica. A saladinha não parece mais tão atrativa, o que nos leva a recorrer aos típicos alimentos calóricos do inverno (ou você conhece alguém que procura fondue no verão?).
Devemos lembrar que uma coisa é consumir mais alimentos para manter o nível energético, outra é se agarrar na ficção de que no “inverno pode tudo”. Agora, você quer saber a notícia boa? O inverno pode ser uma ótima saída para quem deseja perder peso.
A matéria “Exercício no inverno ajuda a queimar mais gordura”, publicada pela Folha Online, mostra que esta época tem, sim, as suas vantagens. De acordo com a publicação, “as mudanças fisiológicas geradas pelo frio podem potencializar os exercícios realizados e aumentar os efeitos, por exemplo, para quem pretende queimar gordura ou diminuir o peso”.
Isso acontece porque com a temperatura mais baixa, o corpo queima mais calorias para aumentar o seu próprio calor.
Mas não se esqueça de aquecer e alongar antes de qualquer prática esportiva. Como os músculos demoram mais tempo para atingir uma temperatura ideal para o exercício, o risco de lesões musculares pode aumentar.
Outro conselho importante: consulte sempre um especialista para analisar e monitorar suas condições físicas. Do contrário, seu exercício no inverno pode se tornar uma tremenda fria.
Escrito por: Felipe Borges |
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17.06.2009
Emagreça o corpo, engorde o bolso
Se você pensa que apenas o currículo determina seu futuro profissional, prepare-se: seu peso também precisa ser aprovado na entrevista.
Quem nunca ouviu falar de Fernando Botero? O estilo do artista colombiano ficou famoso ao unir situações cotidianas com personagens de proporções exageradas. Para ser mais claro, pinturas e esculturas com figuras gordinhas (bem gordinhas).
Mas se esse “exagero” faz sucesso no mundo das artes, saiba que acaba tendo efeito contrário na vida real. Estudo divulgado recentemente mostrou que uma imagem gordinha pode prejudicar sua carreira e afetar (acredite!) seu salário.
A pesquisa foi realizada pelo Grupo Catho, empresa de classificados de empregos e vagas online com maior audiência da América Latina, com 31.000 executivos em todo o Brasil.
Identificou-se que 65% dos presidentes e diretores de empresas têm alguma restrição na hora de contratar pessoas obesas. E se isso já não fosse suficientemente assustador, concluiu-se que o mercado paga mais às pessoas magras. Cada ponto a mais no IMC – Índice de Massa Corporal – significa 92 reais a menos por mês. Fez as contas?
E não pense que esse cenário é exclusivamente brasileiro. Em pesquisa realizada com 3.000 profissionais de Recursos Humanos, na Inglaterra, 93% disseram que contratariam um funcionário magro, mesmo que este tivesse as mesmas qualificações de um mais gordinho.
É natural ficar indignado com estas discrepâncias. Mas o segredo aqui não é confrontar, mas sim, perceber que a escolha de hábitos saudáveis pode ser benéfica, estimulante e facilitadora de seus objetivos.
Sejam estes pessoais ou profissionais.
Escrito por: Felipe Borges |
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28.05.2009
Nem Tudo é Genético
Defina seus próximos hábitos de forma a torná-los parte de um comportamento saudável!
Quem nunca teve uma desculpa na hora de encarar uma rotina saudável? Alguns recorrem a respostas automáticas: “Hoje não estou me sentindo bem”. Outros culpam o trabalho (sempre ele): “Rotina saudável? Ela marcou hora? Então esquece, pede pra passar outro dia”.
E na ponta destes tipos existe o conformado, aquele que defende a própria condição com base em teorias científicas: “Como eu vou ser saudável se meus avós não foram? Tudo é genético, não é?”
A resposta é “não”. Felizmente, nem tudo é genético.
A descoberta foi tema de uma completa reportagem da revista Veja, publicada na edição de abril deste ano, por Gabriela Carelli. A matéria “Genética Não é Espelho” mostra que o comportamento genético pode ser modificado com base no hábito e no estilo de vida das pessoas.
Algumas das descobertas dos cientistas publicadas na revista mostram a força do ambiente em que vivemos. Por exemplo: você sabia que a falta ou excesso de comida na infância pode alterar os genes ligados ao metabolismo? Sabia que uma dieta rica em vegetais interfere nos genes ligados ao câncer de próstata? Ou que a falta de carinho materno na infância altera os genes que controlam a produção dos hormônios do stress?
De acordo com a reportagem, “o tipo de alimentação, o nível de atividade física, o tabagismo, o uso de medicamentos, as experiências emocionais agem para ligar ou desligar determinados genes, ou seja, torná-los ativos ou conservá-los adormecidos.”
No futuro, o conhecimento detalhado de como acontecem essas interferências, permitirá que doenças sejam prevenidas com base no estudo genético.
Mas você não precisa esperar tanto, não é mesmo? Então, pare de culpar seus avós e defina seus próximos hábitos de forma a torná-los parte de um comportamento saudável.
Seus genes agradecem.
Escrito por: Felipe Borges |
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05.05.2009
EFEITO SANFONA
O efeito sanfona é a repetida perda e ganho de peso como resultado de inúmeras dietas.
“De manhã cedo, já tá pintada
Só vive suspirando, sonhando acordada
O pai leva ao doutô, a filha adoentada
Não come, nem estuda
Não dorme, não quer nada”
Quem não conhece o Xote das Meninas, de Luiz Gonzaga? Gravada em 1953, a música tornou-se uma das mais populares do cantor. Mas o que nem mesmo ele poderia imaginar é que, mais de 50 anos depois, seu instrumento preferido daria nome a um comportamento pouco “afinado”: o efeito sanfona.
O efeito sanfona é a repetida perda e ganho de peso como resultado de inúmeras dietas. E se isso soa como um comportamento isolado, melhor olhar os detalhes. Pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde mostra que a obesidade aumentou nos brasileiros, com 13% dos adultos do país nesta condição.
Mais preocupante ainda é o índice de brasileiros com excesso de peso. Entre os adultos, 43,3% estão acima do peso. Em relação à idade, mais um alerta. A pesquisa revela maior frequência de obesidade em homens entre 45 e 54 anos – índice três vezes maior do que quando comparado àqueles entre 18 e 24 anos. Nas mulheres, esta frequência aumenta mais de seis vezes se compararmos as mesmas faixas etárias.
Não pense que isso é coisa de brasileiro. Em outro estudo, realizado pela Tesco, na Grã-Bretanha, chegou-se à conclusão de que um terço dos britânicos está sempre de dieta. Especialistas indicam que 60% dos adultos do respectivo país estarão acima do peso até o ano de 2050.
Alguns estudos sugerem que o efeito sanfona aumenta o risco dos problemas de saúde, como colesterol elevado, pressão alta e problemas na vesícula biliar. Existem ainda efeitos psicológicos negativos, consequência do alto custo emocional quando se recuperam os quilinhos perdidos.
Quer fugir desse engorda e emagrece? Primeiro entenda que sua reeducação alimentar deve ser um processo constante e saudável. Depois, busque programas eficientes, desenvolvidos por profissionais, que permitem agregar hábitos corretos e motivadores à sua rotina.
Ah! Mais uma coisinha: dedique-se. A melhor forma de aproveitar a sanfona do Luiz Gonzaga é entrando no ritmo.
Escrito por: Felipe Borges |
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15.04.2009
NA ALEGRIA E NA TRISTEZA
Mostrar o que você sente pode realmente trazer benefícios à saúde?
Há muito, muito tempo atrás, alguém inventou que era preciso controlar as emoções para não correr o risco de parar na fogueira. O tempo passou (ufa!) e começaram a divulgar que o importante era viver sorrindo, esbanjando os bons sentimentos e escondendo qualquer expressão “negativa”.
Bom, 2009 chegou. Junto com o estresse da crise veio um novo aviso: mostrar o que você sente pode realmente trazer benefícios à saúde. Mas quer saber a melhor parte? Isso serve tanto para aquela risada que você adora dar como para a raiva que sonha em desabafar.
As descobertas foram divulgadas na edição da revista Isto É, do dia 25 de março. A inteligente matéria “Solte Suas Emoções”, de Carina Rabelo, aponta pesquisas que revelam como a expressão dos sentimentos pode beneficiar a saúde.
Por exemplo: um levantamento da Harvard Medical School apontou que quem controla as emoções tem três vezes mais chances de se tornar vulnerável no trabalho. Outra pesquisa, realizada pela Columbia Business School, Califórnia University e Duke University, mostrou que emoções podem ser mais confiáveis do que a razão em momentos decisivos.
E as descobertas não param por aí. Em estudo realizado pela Wisconsin University comprovou-se que os tímidos são mais suscetíveis ao estresse. Já a Universidade de Economia de Washington confirmou por meio de pesquisa que os emocionalmente ambivalentes são mais inovadores.
O livro A Lógica das Emoções, de José Maria Martins, ensina que as emoções mantêm a saúde física e que sua expressão – positiva ou negativa – permite ao organismo regular-se automaticamente. O recado está dado. Seja você mesma e não se esconda.
E se alguém disser “atire a primeira pedra quem nunca controlou as emoções”, sinta-se a vontade para treinar a mira.
Escrito por: Felipe Borges |
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31.03.2009
Bicho Preguiça
O que faz uma pessoa ser "do tipo preguiçosa"?
Muitas pessoas, quando questionadas sobre os quilinhos extras, têm a resposta na ponta da língua: “sabe o que é... eu sou do tipo preguiçosa pra dieta.” Depois, quando desistem do exercício antes mesmo do primeiro esforço, repetem: “ah... não suporto exercício... tenho preguiça, sabe?”
Opa! Mas o que faz uma pessoa ser do “tipo preguiçosa”?
Bom, por que não pedir ajuda primeiro ao dicionário? De acordo com ele, a preguiça é a “baixa disposição para as atividades”. E essa baixa disposição pode ser fruto de um ambiente hostil, da falta de sentido nos esforços, da dúvida sobre as circunstâncias que envolvem as próprias motivações e da rotina desorganizada e estressante. Isso soa familiar? Calma.
Depois, podemos buscar referência na natureza. Isso mesmo. Lá, o mais entendido do assunto é o famoso bicho-preguiça. Mas, ao contrário da fama que tem, cientistas da Alemanha descobriam que estes animais dormem 6 horas a menos do que todos pensavam.
Já sei, já sei, você deve estar se perguntando: “mas espera aí! O que aquele bichinho simpático tem a ver com tudo isso?” Simples. O bicho preguiça, mesmo que carregue no próprio nome o perfil de dorminhoco e desmotivado, realiza muito mais do que o “tipo preguiçoso” seria capaz. Não aceita o rótulo que um dia lhe deram e se esforça para mostrar que tem motivação de sobra.
Portanto, tire o “tipo preguiçoso” do seu vocabulário. Como? Exercitando-se, alimentando-se com qualidade, conversando com especialistas que possam desenvolver propostas adequadas ao seu perfil e mantendo-se sempre motivada.
Assim, quando perguntarem qual tipo você faz, é só dizer com um sorriso no rosto: faço o tipo saudável e feliz.
Escrito por: Felipe Borges |
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16.03.2009
O que passa na sua cabeça?
“Você é o que come.”
“Você é o que come.” Todo mundo já ouviu e repetiu, mas ninguém nunca soube quem foi o autor desta frase. Nem mesmo temos pistas se ele (ou ela) sofria com a contagem de calorias e lutava contra a balança ou esbanjava saúde e praticava exercícios regulares. Deixando a curiosidade de lado, uma coisa podemos afirmar sem medo: gostemos ou não, a frase reflete a mais pura verdade.
Na primeira semana de março, a revista Isto É publicou a matéria “Menu Inteligente”, com informações relevantes sobre o efeito da alimentação na nossa capacidade de raciocinar, aprender e memorizar.
Na matéria, entre os argumentos favoráveis à boa alimentação, está o trabalho da pesquisadora Agnes Floel, da Universidade de Münster, na Alemanha. De acordo com seus estudos, a diminuição da quantidade do que se coloca no prato aumenta em até 20% o desempenho da memória de indivíduos saudáveis.
A pesquisa alertou ainda para o fato de que tudo o que ingerimos apresenta impacto real nas funções cerebrais. Fernando Gómez-Pinilla, professor de Neurocirurgia da Universidade da Califórnia, confirmou o potencial dos alimentos em nossa saúde. “(Alimentos) podem elevar nosso potencial de raciocínio e aprimorar muitas outras funções”, comentou à revista.
Em outra pesquisa, realizada na Wake Forest University Baptist Medical Center, provou-se que o excesso de glicose na circulação sanguínea está associado
à baixa performance mental. Caso isolado? Exagero? Então é bom você saber que outro trabalho, da Universidade Columbia, nos EUA, mostrou que aqueles que seguem dietas baseadas em peixes, azeite e cereais, apresentam melhor desempenho cerebral.
Sabendo disso, nem pense em rasgar o cardápio ou fazer greve de fome. O mais importante é entender os benefícios do que se come e adaptá-los às suas reais necessidades. Como fazer isso? Fácil. Converse com um especialista e conheça os efeitos de cada alimento e seus impactos – positivos ou não – em seu organismo.
Afinal, se os alimentos corretos estimulam nossa atividade cerebral, nada melhor do que usarmos a cabeça na hora de mudar nossa alimentação.
Escrito por: Felipe Borges |
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COMENTÁRIOS
Felipe Borges, parabéns pelo artigo. Creio que muitas pessoas sabem exatamente o que devem comer, porém a rotina, ansiedade, dentre outros fatores, as impedem de buscar um cardápio adequado. É necessário ter organizaçâo e disciplina. Se alimentar com equlíbrio e corretamente deve ser uma opção de vida. Ser feliz é estar bem consigo mesmo, e a base de todo esse processo começa numa boa alimentação.
Enviado por: Fabricio (Baln. Camboriú- SC) Data: 04.04.2009
Concordo totalmente com esse artigo; tentei de tudo, remédios, passar fome, dieta da sopa, dieta das frutas, dieta da lua, qualquer dieta que me falavam. Só emagreci e mantive o peso com a reeducação alimentar. Estive 2 vezes no Itu Garden e no começo eu estava com 83 quilos e hoje em 2 anos desde a primeira vez estou com 72 quilos (são 11 quilos a menos). Não passei fome e nem me droguei com remédios milagrosos, só mantive a disciplina que aprendi no SPA. Não vejo a hora de voltar e usufruir daquele paraíso novamente, adoro esse lugar ele salvou minha auto estima e minha saúde. Obrigada Itu Garden e Dr. Caio Gaiane.
Enviado por: ANGELA LEMOS*CAMPINAS Data: 22.03.2009
Sabidamente a exposição do cérebro a tais substâncias adquiridas na dieta podem causar uma série de problemas intelectuais, principalemente em crianças. Desta forma, veja os hábitos alimentares que você segue em sua casa, porque você poderá estar determinando o futuro intelectual dos seus filhos.
Enviado por: Dr. Fernando Valério Data: 05.04.2009
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11.03.2009
Primeiro e importante passo
Quantas vezes já nos perguntamos o que é realmente preciso para se manter uma vida saudável?
Olá! Respondam rápido: quantas vezes já nos perguntamos o que é realmente preciso para se manter uma vida saudável? Ou melhor, quantas vezes organizamos estas informações com o objetivo de mudar radicalmente nossas rotinas, mas acabamos esquecendo de colocá-las em prática?
A verdade é: as transformações que sonhamos para nós mesmos devem sempre caminhar de mãos dadas com a nossa vontade de mudar. E pode acreditar, funciona do mesmo jeitinho quando pensamos em nossa saúde.
Sabemos também que esta vontade de mudar pode – e deve – ser motivada, seja por meio de práticas responsáveis ou pelo esclarecimento constante. Por exemplo, a ideia de que os programas de reeducação e desintoxicação alimentar são desanimadores e estimulam a fome é retrógrada e pouco verdadeira.
Atualmente, estes programas se adequam às necessidades de cada paciente, promovendo a reeducação de forma a mantê-los motivados, saudáveis e conscientes do valor da própria transformação. E o melhor, este conhecimento ultrapassa os portões do SPA e se torna um hábito diário no projeto por uma vida saudável de cada paciente.
Fica o recado: a próxima vez que você se perguntar se é possível levar uma vida mais saudável e com benefícios constantes, lembre-se que a maior vontade está em você.
... E na coragem do primeiro passo.
Escrito por: Felipe Borges |
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COMENTÁRIOS
Estive hospedada no Itu Garden durante 20 dias. Depois que voltei para minha rotina percebi a influência que tive do programa de reeducação alimentar aplicado durante minha estadia. Hoje me alimento bem melhor, nos horários corretos e procuro escolher alimentos saudáveis para minhas refeições. Não esperava que o efeito fosse tão positivo. Acho que a última frase do post descreve bem: "a maior vontade está em você... e na coragem do primeiro passo!".
Enviado por: Than Data: 11.03.2009
Como Cirurgião do Aparelho Digestivo e Gastroenterologista, afirmo que as pessoas têm conhecimento suficiente para saberem o que é certo em relação à nutrição do dia a dia. No entanto, por não entenderem os riscos a que estão expostas quando não seguem uma boa dieta, não se motivam a seguir dietas que reeduquem os seus hábitos alimentares. O segredo é: procure locais e médicos especializados para que a sua iniciativa se transforme em execução real, e para que a alimentação se torne fonte de saúde e não de doenças.
Enviado por: Dr. Fernando Valério Data: 05.04.2009
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ARTIGOS E NOTÍCIAS
05.04.2009
A Importância da Reeducação Alimentar
A reeducação alimentar é a forma mais saudável e eficaz de se perder peso.
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05.04.2009
Os 10 mandamentos da manutenção do peso
As principais regras para evitar o efeito sanfona, segundo o maior estudo ja realizado sobre o tema o ¨National weight¨publicado na revista Veja em Abril.
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